Informação sobre leishmaniose, causas, sintomas e tratamento da leishmaniose, identificando os diversos tipos, como leishmaniose visceral e outras


Leishmaniose

A leishmaniose pertence a um grupo de doenças de grande importância para a saúde pública em todo o mundo. Sua transmissão ocorre pela picada de flebotomídeos e muitos mamíferos são responsáveis pela manutenção do ciclo de vida destes parasitas. Os cães se destacam como reservatórios urbanos, embora outras espécies também possam ser infectadas e passem a constituir parte importante no ciclo epidemiológico da doença. Os animais silvestres passaram a ser fonte de investigação epidemiológica por apresentarem potencial para serem reservatórios silvestres. Apesar disso, poucos são os estudos e não possibilitam a determinação da importância de animais de vida livre na manutenção da doença.

Leishmaniose existe em muitos países de climas tropicais e temperados por todo o mundo. A doença é mais comum na Índia, Bangladesh, Nepal, Sudão, Etiópia, Afeganistão, Argélia, Arábia Saudita, Síria, Brasil, Colômbia, Peru e Bolívia.
O tipo mais comum de leishmaniose é a leishmaniose cutânea que provoca a formação nódulos ou feridas sobre a pele, incluindo a pele da face. As pessoas afetadas podem ter uma única lesão ou muitas lesões. Estas feridas cicatrizam lentamente ao longo de meses a anos e deixam cicatrizes.

Leishmaniose visceral

Outro tipo de leishmaniose é a chamada leishmaniose visceral. Os parasitas infectam os tecidos de órgãos principais, especialmente o fígado, baço, e medula óssea. Os casos graves são geralmente fatais se não forem tratados.
Embora pouco frequentemente, as pessoas que tiveram a leishmaniose cutânea podem obter novas feridas nas membranas mucosas da boca, nariz e laringe mesmo anos após a leishmaniose cutânea ter desaparecido. Isto é chamado de leishmaniose mucocutânea e só ocorre em áreas limitadas do Novo Mundo.
O tratamento para esta condição consiste em usar medicamentos que são específicos para o tipo de leishmaniose, a espécie do parasita, e para o país em que a doença foi adquirida.
Consulta com um m´deico especialista em doenças infecciosas é altamente recomendável para obter ajuda com o diagnóstico e tratamento de casos importados.

Aqueles que trabalham ou viajam para áreas afectadas podem reduzir seu risco através da utilização de repelentes de insectos, roupas de proteção e mosquiteiros. Estas precauções são especialmente importantes após o anoitecer, porque é quando o flebotomíneo é mais ativo.


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